Resenha: Como falar dragonês

Autor: Cressida Cowell
Páginas: 240
Editora: Intrínseca 
Lançamento: 2010
Sinopse: Soluço Spantosicus Strondus III foi o mais grandioso herói já visto em todo o território viking. Ele era bravo, impetuoso e muitíssimo inteligente. Mas até mesmo os grandes heróis podem ter dificuldades no começo. Principalmente se têm como companheiro um dragãozinho teimoso e mal-educado. Nessa nova aventura da série, o dragão Banguela foi capturado, um nanodragão está prestes a virar refeição e Dragões-tubarões estão à solta. Mais uma vez, os vikings precisam de um salvador... Soluço! Com aventura, ação, muito humor e ilustrações divertidíssimas, a receita do sucesso de Como treinar o seu dragão é seguida à risca no terceiro lançamento da série escrita e ilustrada pela inglesa Cressida Cowell, autora premiada de obras infantis e infantojuvenis. Crianças, jovens e adultos que já conhecem Soluço e o dragão Banguela, seja das páginas dos livros, seja das telas de cinema, não vão querer perder essa nova história.

Não é segredo nenhum que sou apaixonada por essa série. Já fiz as resenhas dos outros dois livros (Como treinar o seu dragão e Como ser um pirata) e agora resenho o terceiro livro da série “Como treinar seu dragão”. Estou engolindo a série toda hahahaha, de verdade, não estou demorando nem dois dias para terminar cada volume. Eu estava particularmente ansiosa para ler esse volume, já que é o primeiro livro em que aparece Camicazi (uma garotinha que se tornará a "melhor amiga" de Soluço).

O treinamento para se tornar um pirata continua, e nessa aula Soluço, seu melhor amigo Perna de Peixe e seus dragões, devem invadir um barco de pescadores pacíficos e pegar um capacete. Até parece simples, mas os garotos devem evitar a corrente de verão, que é por onde nadam os terríveis dragões-tubarões. 

Infelizmente, Soluço e Perna de Peixe construíram um péssimo barco, ele é largo, torto e qualquer manobra brusca faz o barco girar em círculos. Melequento, para implicar com Soluço, dá um empurrão no pobre e frágil barco e assim ele gira até alcançar a corrente de verão. Perna de Peixe fica desesperado com medo de ser devorado por dragões-tubarões e sobe no primeiro barco que avista. 

O que era pra ser um barco de pescadores pacíficos é na verdade um barco romano! Cheio de romanas altamente armados, dragões aprisionados e um general (alguém que Soluço já conhece) louco por poder. Na embarcação romana, soluço ainda descobre um plano elaborado para colocar os Hooligans Cabeludos contra as Ladras-do-Pântano. 
Depois de um grande esforço, Soluço e Perna de Peixe conseguem sair em segurança do navio romano, mas o pobre Banguela é capturado!

Soluço não só deve ajudar seu grande amigo Banguela, mesmo contra a vontade de seu pai orgulhoso, como também deve impedir que os vikings destruam a si mesmos.

Com uma leitura fácil, engraçada e que te prende, Como Falar dragonês é um dos melhores livros da série toda! As ilustrações são engraçadas e acompanham o enredo. O humor de Cressida está cada vez melhor, pude jurar que dei gargalhadas lendo esse livro. 

Como todos os outros livros da série, esse volume também é independente (mesmo assim recomendo a leitura dos outros dois livros anteriores).


Leia a resenha dos outros volumes: 

Como Navegar em uma Tempestade de Dragão (Ainda sem resenha)
Como Treinar o seu Viking (Ainda sem resenha)
Como Partir o Coração de um Dragão (Ainda sem resenha)
Como Roubar a Espada de um Dragão (Ainda sem resenha)
Como Roubar a Joia de um Dragão (Ainda sem resenha)
Como Treinar o seu Viking (Ainda sem resenha)

Quotes Prediletos:

Eu me lembro da imobilidade silenciosa daquele momento, flutuando livre de toda a preocupação e responsabilidade, suspenso magicamente na infinitude do ar.

E por menor e mais insignificante que nossa luta possa parecer, talvez todos trabalharemos juntos...e nos libertaremos das prisões construídas por nós mesmos.

“Soluço se abraçou para se proteger do frio, pulou da cama, arrastando com ele as cobertas, e chegou perto do casaco.Cuidadosamente, enfiou a mão no bolso e a retirou novamente, ofegante. Não só havia ali uma sujeira morna e nojenta de mel, como o nanodragão tinha mordido a ponta de seu dedo.”

Mesmo pequenos, sempre devemos lutar por aquilo que consideramos certo.

O mar estava liso como vidro, e o reflexo da Lua cheia na água formava uma trilha  de luar, que conduzia até a distante silhueta de Ilha de Berk no horizonte.

Nota:                

9 comentários :

  1. Oi :)
    Eu só li o primeiro livro da série, e, apesar de ser um pouco infantil para o meu gosto, eu gostei bastante! Assim que tiver um tempo irei ler os outros livros da série.
    Beijos,
    coemundo.blogspot.com

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  2. “E por menor e mais insignificante que nossa luta possa parecer, talvez todos trabalharemos juntos...e nos libertaremos das prisões construídas por nós mesmos.”

    Só por essa frase a vontade de ler esse livro aumentou!!!

    Parabéns pela resenha :)

    bjs

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    1. Essa é só uma das várias frases bacanas do livro, hahaha.

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  3. Olá parceira, dei uma sumida por uns tempos por causa da faculdade e note quebrado. Uma maré de azar que vou te contar viu. But, anyway ... Adorei essa resenha. Super curto literatura infanto juvenil e essa série é uma das que eu mais tenho vontade de ler. E assim como você, tenho praticamente certeza, que ia dar umas boas gargalhadas com a série toda *-*.

    Beeijos
    Que nerdisse Alice!

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    1. Eu também estou meio enrolado com a escola...
      É uma série realmente muito boa! Super recomendo para você. Beijos.

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    2. Vou ler sim , assim que tiver mais um tempinho. Hein, esqueci de avisar , mas te indiquei pra uma tag http://quenerdissealice.blogspot.com.br/2014/05/tag-meme-escrito.html se quiser participar .. Beeijos

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  4. Eu gosto muito dos livros são engraçadinhos e tal, mas prefiro os filmes. Até porque nos filmes tem a Astrid! <3
    Beijos

    http://itsfangirltime.blogspot.com.br

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    1. É verdade! Senti muita falta da Astrid nos livros

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