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Resenha: O Hobbit

Autor: J. R. R. Tolkien
Páginas: 328
Editora: WMF Martins Fontes
Lançamento: 1937
Sinopse: Os hobbits são seres muito pequenos, menores do que os anões. São de boa paz, sua única ambição é uma boa terra lavrada e só gostam de lidar com ferramentas manuais. Este livro tem como personagem central o hobbit Bilbo Bolseiro. Ele vive muito tranquilo até que o mago Gandalf e uma companhia de anões o levam numa expedição para resgatar um tesouro guardado por Smaug, um dragão enorme e perigoso

Olá leitores, hoje trago á vocês a resenha de um livro espetacular! 


Eu assisiti os dois filmes de O Hobbit (O hobbit - a desolação de Smaug assisti no cinema) e fiquei encantada com o universo de Tolkien. Eu já tinha assistido a trilogia de O senhor dos anéis, mas O Hobbit me agradou mais (o que é estranho já que a maioria dos fãs de Tolkien prefere O Senhor dos anéis). Então, fui correndo comprar colocar esse livro na minha wishlist...um tempo depois pude tê-lo em minhas mãos.

Se você já ouviu falar de Tolkien com certeza já ouviu falar que suas obras, apesar de boas, são massantes, que é aquele leitura chata e com um ritmo lento. Não posso discordar por completo, O Hobbit tem uma narrativa lenta (comparada com outros livros) e a ação está "concentrada" em certas partes do livro. Isso, é claro, não impede que o livro seja uma aventura e tanto!

Tudo começa com o senhor Bolseiro quietinho em sua toca até que recebe a visita de um Mago, Gandalf. Eles têm uma conversa um pouco "desconfortável" e mais tarde, no mesmo dia, Bilbo vê sua casa lotada de anões (treze, para ser específica) e com um mago. Estes lhe convidam a participar de uma aventura! Uma jornada longa (e perigosa) em busca de um tesouro que pertencia aos anões, mas foi roubado por um temível dragão, Smaug. Relutante, Bilbo concorda em participar dessa aventura aonde faz alguns amigos e muitos inimigos.

Resenha: A Escolha

Autor: Kiera Cass
Páginas: 352
Editora: Seguinte
Lançamento: 2014
Sinopse:  A Seleção mudou a vida de trinta e cinco meninas para sempre. E agora, chegou a hora de uma ser escolhida. America nunca sonhou que iria encontrar-se em qualquer lugar perto da coroa ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que a competição se aproxima de seu final e as ameaças de fora das paredes do palácio se tornam mais perigosas, América percebe o quanto ela tem a perder e quanto ela terá que lutar para o futuro que ela quer. Desde a primeira página da seleção, este best-seller #1 do New York Times capturou os corações dos leitores e os levou em uma viagem cativante ... Agora, em A Escolha, Kiera Cass oferece uma conclusão satisfatória e inesquecível, que vai manter os leitores suspirando sobre este eletrizante conto de fadas muito depois da última página é virada.

(Antes de qualquer coisa, venho avisar que logo, logo postarei as resenhas dos outros dois volumes.) 

Essa resenha contém spoilers dos volumes anteriores (A Seleção e A Elite) 

A Escolha é o enceramento da trilogia de A Seleção, e devo dizer que ela foi encerrado com chave de ouro. Apesar de ter demorado um pouco mais para ler (provas, provas e provas) esse é o meu livro predileto da trilogia, não só por ser o último, mas porque tem coisas intensas acontecendo a todo momento! 

Aparentemente, no final de A Elite America já tomou sua decisão. Ela quer o Maxon e irá lutar por ele, porém, nem a própria America sabe o que ela realmente quer, ela ainda não decidiu se quer se tornar princesa e mais futuramente rainha. Ainda por cima, A seleção está chegando ao fim e Maxon também deve tomar sua decisão, por isso vem se aproximando cada vez mais das outras participantes, para ter outras "opções" caso America não o escolha. 

Além de todo o romantismo que o livro traz, os assunto políticos em Illéa estão esquentando. Descobrimos quem são e o que querem os Rebeldes do Norte e os Rebeldes do Sul.

Resenha: Guia do herói para vencer dragões mortais

Autor: Cressida Cowell
Páginas: 256
Editora: Intrínseca
Lançamento: 2011
Sinopse: Em Guia do herói para vencer dragões mortais, sexto livro da série de Cressida Cowell — cujas aventuras inspiraram a adaptação cinematográfica dos estúdios DreamWorks —, Stoico, o Imenso, Chefe da Tribo dos Hooligans Cabeludos, e Bertha, a Peituda, Chefe da Tribo das Ladras do Pântano, fazem uma aposta: cada um tem até o final do dia para provar qual das duas tribos é a melhor na arte de roubar. Como sempre, o dragãozinho Banguela apronta das suas e acaba incinerando o precioso livro roubado por Stoico, obrigando Soluço e seus amigos inseparáveis, Perna-de-peixe e Camicazi, a encararem uma perigosa missão. Montados em um Dragão Furtivo, que Camicazi roubou de sua mãe, Bertha, que por sua vez, o roubou de Insensato, o Chefe mais assustador de todo o mundo bárbaro, nossos improváveis heróis partem para a Biblioteca Pública dos Cabeças-ocas, protegida pelo terrível Bibliotecário Cabelo Assustado. Considerados uma influência civilizadora extremamente perigosa, os livros foram banidos de todo o território viking, permanecendo devidamente isolados nos labirintos da Biblioteca, localizada na Ilha Esqueça-me. Porém, durante sua missão para roubar o único livro considerado útil por Stoico, o volume Como treinar o seu dragão, escrito pelo Professor Tosco Traste, Soluço começa a contestar o decreto e fica cada vez mais certo da importância dos livros e de como eles podem, literalmente, salvar vidas.

É o terceiro aniversário de Soluço e ele irá completar 12 anos (sim, terceiro, Soluço nasceu no dia 29 de fevereiro de um ano bissexto). A única coisa que o garoto quer é comemorar seu aniversário em paz. Mas, todos sabemos que isso é impossível da ilha de Berk.

Banguela apronta uma com seu dono, como sempre. O dragãozinho, dessa vez, devora o livro que todos os Hooligans adoram e que também é o único livro que não é banido pelos vikings: "Como Treinar o seu Dragão". Até aí tudo bem, se Stoico, o imenso, não precisasse do livro para mostrar á Bertha, a peituda, que os Hooligans são tão bons ladrões quando as ladras-do-pântano. Se você já leu os outros volumes, deve se lembrar que o próprio Bocão Bonarroto roubou aquele livro de Velho Enrugado, na Biblioteca Pública dos cabeça-ocas. Lá há os mais diversos livros, todo o conhecimento do mundo viking, mas os livros são considerados perigoso para os vikings, pois eles trazem influencias de um mundo civilizado. 

Resenha: Como mudar uma história de dragão

Autor: Cressida Cowell
Páginas: 256
Editora: Intrínseca
Lançamento: 2011
Sinopse: Em Como mudar uma história de dragão, o quinto episódio da série Como treinar o seu dragão, o desajeitado Soluço Spantosicus Strondus III e seus amigos Perna-de-peixe e Camicazi e os dragões Banguela e Caminhante do Vento, partem para uma das aventuras mais difíceis de suas vidas: a Missão para Impedir o Vulcão de Entrar em Erupção. Com a ajuda do novo Guarda-peito de Soluço, o misterioso ex-herói Fabuloso Figurão, o Time Soluço precisa devolver a Pedra de Fogo, que foi roubada, para o fumegante vulcão da Ilha dos Lava-loucos. Além das ameaças da iminente erupção, a ilha guarda mais um segredo: por centenas de anos, ovos de Dragões Exterminadores estão depositados sob o solo, à espera de que o calor da lava incandescente rompa suas cascas e possibilite às cruéis criaturas espalhar sua sombria destruição por todo o arquipélago. Escritas e ilustradas pela inglesa Cressida Cowell, premiada autora de obras infanto-juvenis e infantis, as aventuras bem-humoradas do jovem Soluço e seu desobediente dragão, Banguela, já foram publicadas em trinta idiomas e inspiraram a adaptação cinematográfica da DreamWorks.

Depois de um tempão, enfim, aqui está a resenha do quinto livro da série Como treinar o seu dragão. Como nos outros volumes a narrativa adorável, cativante e engraçada de Cowell me cativou. Suas ilustrações simples e cômicas são impagáveis e a tradução está ótima. Esse livro, em especial, tem uma ótimo moral: lutar pelos seus sonhos, mesmo que pareça impossível alcança-los. Essa também é a primeira vez que a série aborda um tema mais romântico, conta a história de um coração partido por desafios e as adversidades da vida.
  
Imaginei que Soluço teria mais créditos com os Hooligans, levando em conta tudo que ele já fez, mas o pobre garoto ainda é um "ninguém" na tribo viking. 

Resenha: Como quebrar a maldição de um dragão

Autor: Cressida Cowell
Páginas: 240
Editora: Intrínseca
Lançamento: 2010
Sinopse: Soluço Spantosicus Strondus III foi um extraordinário Herói Viking. Chefe guerreiro, mestre no combate com espadas e naturalista amador, era conhecido por todo o território viking como "O encantador de dragões", devido ao poder que exercia sobre as terríveis feras. Será que Soluço vai encontrar o antídoto para a picada da Vorpente Venenosa e ainda por cima derrotar o assustador Garra da Destruição? E ele conseguirá vencer o perigoso machado de Norberto, o Demente, para mais uma vez ser o herói da história? Aventura, ação, muito humor e ilustrações divertidíssimas: essa é a receita do sucesso da série de livros escrita e ilustrada pela inglesa Cressida Cowell - um universo irresistível que inspirou o filme de animação 3D Como treinar o seu dragão, sucesso de público no Brasil e no mundo, produzido pelos estúdios DreamWorks, que lançaram Shrek, Madagascar e Kung Fu Panda.

Devo confessar que demorei um pouco para ler esse livro...isso porque eu estava em semana de provas (méh), caso contrário iria terminar de lê-lo no mesmo dia em que comecei! Como Quebrar a Maldição de um Dragão, de Cressida Cowell, é o quarto livro da série Como Treinar o seu Dragão, que relata as aventuras do herói Soluço Spantosicus Strondus III em terras vikings e horrendas, enfrentando malucos e dragões em viagens inesquecíveis.
A nova aventura de Soluço começa (como sempre) em uma aula do treinamento de como ser um pirata. Os jovens vikings estão aprendendo a esquiar e, como bons vikings, têm a aula em um dos lugares mais perigoso de todos...no Pico dos Histéricos. Os histéricos são um povo totalmente louco e bem...histéricos, eles também são conhecidos como assassinos cruéis e maniacos. Além disso, o Pico histérico é cercado por um terrível dragão, o Garra da Destruição, que, para sorte dos meninos, está aprisionado embaixo do rio congelado. 

Resenha: Como falar dragonês

Autor: Cressida Cowell
Páginas: 240
Editora: Intrínseca 
Lançamento: 2010
Sinopse: Soluço Spantosicus Strondus III foi o mais grandioso herói já visto em todo o território viking. Ele era bravo, impetuoso e muitíssimo inteligente. Mas até mesmo os grandes heróis podem ter dificuldades no começo. Principalmente se têm como companheiro um dragãozinho teimoso e mal-educado. Nessa nova aventura da série, o dragão Banguela foi capturado, um nanodragão está prestes a virar refeição e Dragões-tubarões estão à solta. Mais uma vez, os vikings precisam de um salvador... Soluço! Com aventura, ação, muito humor e ilustrações divertidíssimas, a receita do sucesso de Como treinar o seu dragão é seguida à risca no terceiro lançamento da série escrita e ilustrada pela inglesa Cressida Cowell, autora premiada de obras infantis e infantojuvenis. Crianças, jovens e adultos que já conhecem Soluço e o dragão Banguela, seja das páginas dos livros, seja das telas de cinema, não vão querer perder essa nova história.

Não é segredo nenhum que sou apaixonada por essa série. Já fiz as resenhas dos outros dois livros (Como treinar o seu dragão e Como ser um pirata) e agora resenho o terceiro livro da série “Como treinar seu dragão”. Estou engolindo a série toda hahahaha, de verdade, não estou demorando nem dois dias para terminar cada volume. Eu estava particularmente ansiosa para ler esse volume, já que é o primeiro livro em que aparece Camicazi (uma garotinha que se tornará a "melhor amiga" de Soluço).

O treinamento para se tornar um pirata continua, e nessa aula Soluço, seu melhor amigo Perna de Peixe e seus dragões, devem invadir um barco de pescadores pacíficos e pegar um capacete. Até parece simples, mas os garotos devem evitar a corrente de verão, que é por onde nadam os terríveis dragões-tubarões. 

Infelizmente, Soluço e Perna de Peixe construíram um péssimo barco, ele é largo, torto e qualquer manobra brusca faz o barco girar em círculos. Melequento, para implicar com Soluço, dá um empurrão no pobre e frágil barco e assim ele gira até alcançar a corrente de verão. Perna de Peixe fica desesperado com medo de ser devorado por dragões-tubarões e sobe no primeiro barco que avista. 

O que era pra ser um barco de pescadores pacíficos é na verdade um barco romano! Cheio de romanas altamente armados, dragões aprisionados e um general (alguém que Soluço já conhece) louco por poder. Na embarcação romana, soluço ainda descobre um plano elaborado para colocar os Hooligans Cabeludos contra as Ladras-do-Pântano. 

Resenha: Como ser um pirata

Autor: Cressida Cowell
Páginas: 224
Editora: Intrínseca 
Lançamento: 2010
Sinopse: Soluço Spantosicus Strondus III foi o mais temido herói já visto em todo o território viking. Ele era bravo, impetuoso e muitíssimo inteligente. Mas até mesmo os grandes heróis podem ter dificuldades no começo. Nessa aventura eletrizante Soluço conta mais do início de sua história – quando ele ainda tinha muito o que aprender sobre como usar uma espada, sobreviver a naufrágios, escapar de dragões homicidas e desvendar os mistérios de um tesouro pirata muito bem escondido. Aventura, ação, muito humor e ilustrações divertidíssimas: essa é a receita do sucesso da série de livros escrita e ilustrada pela inglesa Cressida Cowell – um universo irresistível que inspirou o filme de animação 3D Como treinar o seu dragão, sucesso de público no Brasil e no mundo, produzido pelos estúdios DreamWorks, que lançaram Shrek, Madagascar e Kung Fu Panda.

"Tão bom quanto o primeiro", esse foi o meu primeiro pensamento ao terminar de ler o livro "Como Ser Um Pirata", o segundo volume da série "Como Treinar o Seu Dragão", da autora Cressida Cowell. Essa nova aventura de Soluço é quase totalmente independente do primeiro livro, então nada de spoiler.

Nesse livro, Soluço, o descendente da tribo do Hooligans Cabeludos, está em apuros. Tudo começa com o treinamento para se tornar um pirata, essencial para todo bom viking, comandado pelo professor Bocão Bonarroto. Como de esperado, Soluço não é o melhor no treinamento de pirataria, talvez até seja o pior, enquanto seu primo Melequento, o supera em todas as matérias, tais como: "Luta de Espadas em Alto Mar", "Berro", "Como Amedrontar Forasteiros", "Violência Gratuita", "Pilhagem", "Treinamento de Dragão", "Descortesia Avançada", "Como Cuspir", etc.

Na primeira aula de "Luta de Espadas em Alto Mar" Soluço tem a chance de provar que é um verdadeiro espadachim (como seu tataravô, Barbadura, o Terrível, era), mas uma onda gigantesca e violenta parte o barco ao meio. Os meninos, desesperados e com medo de morrerem afogados, acabam achando algo para se segurar... um caixão, com um grande aviso: "CUIDADO! NÃO ABRA ESTE CAIXÃO." Quando chegam na praia os garotos, junto de Bocão, se perguntam de quem seria aquele caixão e a resposta está logo abaixo do primeiro aviso, escrito com uma tinta vermelha parecida com sangue: "Amaldiçoado seja aquele que perturbar os restos mortais de Barbadura, o Terrível, o maior pirata a ter aterrorizado as Ilhas Internas.". Barbadura, o Terrível, não era só o tataravô de Soluço (como eu já havia dito), ele também era o mais sanguinário e perverso dos piratas que já existiu. Ele desapareceu misteriosamente junto de seu tesouro e sua espada, a Lâmina da Tempestade, a maior espada viking de todos os tempos. 

Resenha: Maze Runner: Correr ou Morrer

Autor: James Dashner
Páginas: 426
Editora: Vergara & Riba
Lançamento: 2010
Sinopse: Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.

Quem acompanha o blog a um tempo já deve ter percebido o quanto sou viciada em sagas. Vi esse livro pela internet por acaso: estava vendo os filmes que seriam lançados em 2014, me interessei por Maze Runner e descobri que havia um livro. Depois de um tempo já tinha terminado de ler essa história excepcional.

Certo dia, Thomas acorda dentro de um elevador em movimento. Ele não sabe como foi para lá, não sabe para aonde está indo ou mesmo quem ele é, suas memorias não estão mais com ele, a única coisa que ele se lembra é que se chama Thomas. Quando o elevador para, Thomas é recebido por um grupo de garotos que passaram pelo mesmo que ele, não sabem seus passados, ou quem os botou lá, só sabem como se chamam. E "lá" é na verdade um lugar hostil, rodeado por um labirinto assustadoramente grande com criaturas estranhas, e é conhecido como Clareira. 

Os garotos que vivem na Clareira se denominam Clareanos. Cada clareano exerce uma função, alguns cozinham, outros limpam, outros se arriscam dentro do labirinto em busca de uma saída (eles são conhecidos como "Corredores"). Já se passaram dois anos que o mais velho dos garotos está lá, então como eles ainda não acharam uma saída para o labirinto? Simples, os enormes muros com trepadeiras que se acumulam no labirinto mudam de posições todas as noites, sem um padrão, o que torna quase impossível achar uma saída. Mas, Thomas não liga para isso, desde o momento em que soube o que eram os corredores, quis se tornar um. Ele sente que será o melhor dos corredores e que será ele quem descobrirá um saída para o labirinto.

Resenha: Extraordinário

Autor: R. J. Palacio
Páginas: 320
Editora: Intrínseca
Lançamento: 2013
Sinopse: O livro conta a história de Auggie, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial. Em um manifesto em favor da gentileza, ele enfrenta uma missão nada fácil quando começa a frequentar a escola pela primeira vez: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.








Logo que li a sinopse desse livro percebi que o amaria. Sempre fui fascinada por histórias que envolvem crianças (independente do tema) e a história de um garotinho com uma deformidade facial me chamou atenção logo de cara (um pouquinho de humor negro, sem preconceito, é claro). 

August Pullman nunca frequentou a escola. Ele tem dez anos e é um pouco diferente das demais crianças. Quero dizer, por dentro ele é igual a todos, gosta de se divertir, de aprender e é viciado em Star Wars. Mas, por fora, ele é bem diferente. Auggie nasceu com uma síndrome genética que "deformou" o seu rosto. Por esse motivo, ele nunca foi "uma criança normal" e nunca foi a escola, até agora.

Não foi preciso muita insistência de seus pais para que Auggie entrasse na escola. Para August, estar com outras crianças era um imenso desafio (crianças podem ser cruéis) mas, por alguma razão, ele assume esse desafio. 

Um pouco antes do começo das aulas Auggie, junto se seus pais, vai conhecer sua nova escola. Ele é apresentado ao Sr. Buzanfa, o diretor, e a mais três alunos: Jack Will, Charlotte e Julian. Jack e Charlotte são muito legais com Auggie, são simpáticos e educados, mas não se pode dizer o mesmo de Julian. Logo quando se conhecem, Julian mostra ter uma certa implicância com Auggie.

No primeiro dia de aula, Auggie tenta passar despercebido de todos, mas é impossível, todos na escola já sabem do novo aluno deformado. Ele passa basicamente todas as aulas com Jack, que sempre senta perto dele, e passa o recreio com Summer, uma garotinha doce que, mesmo não tendo aulas com Auggie, senta com ele todos os recreios. 

Resenha: Como treinar o seu dragão

Autor: Cressida Cowell
Páginas: 224
Editora: Intrínseca
Lançamento: 2010
Sinopse: Soluço Spantosicus Strondus III foi um extraordinário herói viking. Chefe guerreiro, mestre no combate com espadas, era conhecido por todo o território viking como "O encantador de dragões", devido ao poder que exercia sobre as terríveis feras. Mas nem sempre foi assim... Neste livro estão as memórias da época em que Soluço era apenas um garoto normal. Muito normal. Nem um pouco heroico. Ele precisava desesperadamente capturar e treinar um dragão, e teria de ser o animal mais impressionante de todos. Mas tudo o que conseguiu foi uma criaturinha pequena e banguela, nada ameaçadora. Foi então que seu destino de herói começou a ser traçado. Inteiramente ilustrado, com muita ação e o tipo de humor que arranca gargalhadas até dos mais carrancudos, Como treinar o seu dragão é o primeiro livro de uma série que é sucesso mundial, escrita e ilustrada pela inglesa Cressida Cowell, autora premiada de obras infantis e infantojuvenis.

Livro para crianças? Sim. Livro para adultos? Também! Para começar a resenha, quero deixar bem claro que a série de livros Como treinar o seu dragão não tem limite de idade. Tenho 15 anos e me apaixonei pelo livre, conheço vários adultos que também amam a série, com muita razão. 

Tem como não se apaixonar por Soluço e Banguela? Impossível! Soluço é um viking nada parecido com um viking, ele é magricelo, tímido e não gosta de gritar, o que é uma pena para ele já que, ele é o filho do chefe da tribo dos Hooligans Cabeludos. Toda a tribo não tem a minima fé em Soluço, acham que o primo dele, Melequento, irá se tornar o líder um dia no lugar de Soluço. Mas, Soluço não se importa muito com o que os outros acham, ele não quer e não precisa ser o mais grandioso dos vikings, a única coisa que ele quer é passar pelo teste de iniciação da tribo para não precisar ser exilado por ordens de seu próprio pai. Mas, para isso, é necessário que Soluço, e todos os outros garotos que desejam passar pela iniciação, consiga um dragão, na verdade um filhote de dragão. Depois ele deve treinar esse dragão da melhor forma possível (gritando bem alto com ele).

Como filho do líder, Soluço tem o direito de pegar um grande dragão, como um pesadelo monstruoso, mas tudo que consegue é uma criaturinha bem resmungona, muito pequena e ainda por cima banguela. Banguela é muito teimoso, adora ouvir piadas e quase nunca obedece Soluço. Mesmo Soluço conseguindo se comunicar com Banguela (Soluço fala dragonês, a língua dos dragões) eles não se intendem muito bem. Soluço não gosta de gritar com Banguela, por isso tenta treina-lo de outras maneiras, mas nenhuma dá muito certo. Mesmo assim, Soluço ainda tem esperança de passar pelo teste de iniciação. 

Resenha: Coraline

Autor: Neil Gaiman
Páginas: 160
Editora: Rocco
Lançamento: 2003
Sinopse: No livro, a jovem Coraline acaba de se mudar para um apartamento num prédio antigo. Seus vizinhos são velhinhos excêntricos e amáveis que não conseguem dizer seu nome do jeito certo, mas encorajam sua curiosidade e seu instinto de exploração. Em uma tarde chuvosa, a menina consegue abrir uma porta que sempre estivera trancada na sala de visitas de casa e descobre um caminho para um misterioso apartamento ‘vazio’ no quarto andar do prédio. Para sua surpresa, o apartamento não tem nada de desabitado, e ela fica cara a cara com duas criaturas que afirmam ser seus “outros” pais. Na verdade, aquele parece ser um “outro” mundo mágico atrás da porta. Lá, há brinquedos incríveis e vizinhos que nunca falam seu nome errado. Porém a menina logo percebe que aquele mundo é tão mortal quanto encantador e que terá de usar toda a sua inteligência para derrotar seus adversários.

Sempre tive vontade de ler Coraline. Vi o filme logo quando foi lançado (eu ainda uma criança) e me apaixonei. Esse ano, tive a oportunidade de lê-lo e não me arrependo nem um pouco, ele entrou para a lista dos meus livros favoritos. 

Estão enganados os que pensam que Coraline é um livro para crianças. Eu sou suspeita para falar (sou cagona) mas me arrepiei várias vezes enquanto lia. A história toda é de causar calafrios. Quem diria que botões poderiam ser tão assustadores?

Coraline é uma explorado, sempre sai por aí para descobrir algo novo. Ela, seu pai e sua mãe acabaram de se mudar para um apartamento novo. A nova vizinhança de Coraline não é nada encantadora. No apartamento de baixo moram duas velinhas, senhora Spink e a senhora Forcible, elas gostam de falar sobre o que viveram quando eram atrizes e de como eram bonitas e magras. No apartamento de cima mora o velho maluco (é assim que Coraline o identifica na maior parte do livro), ele treina ratos brancos para fazerem truques. A nova casa de Coraline não poderia ser mais chata.


Coraline sai para explorar o quintal da casa todos os dias, até que uma forte chuva a impede de explorar lá fora. Ela fica entediada e acaba explorando o interior da casa. Lá dentro ela encontra uma porta, uma porta diferente de todas as outras, ela é maior e mais antiga, mas atras dessa porta tudo o que se vê é uma grande parede de tijolos.

Resenha: Quem é você, Alasca?

Autor: John Green
Páginas: 229
Editora: WMF Martins Fontes
Lançamento: 2010
Sinopse: Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o "Grande Talvez". Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao "Grande Talvez".




Depois que li “A culpa é das estrelas” acabei imaginando que todos os outros livros de John Green seriam incríveis, mas venho me decepcionando cada vez mais com esse autor. Já li “Cidades de papel” e me decepcionei, agora, o mesmo aconteceu com “Quem é você, Alasca?’’.

Miles, um adolescente comum, decide abandonar sua vida pacata e sem graça e sair em busca do “Grande Talvez”, para isso ele se muda para a escola interna, Culver Creek. Logo no primeiro dia de aula, Miles já faz um grande amigo: Chip Martin, conhecido como Coronel. Já ganha um apelido: Gordo. E já conhece a garota, que ele julga ser, a mais bonita do mundo: Alasca Young. Alasca é impulsiva, arrogante, inconstante, egocêntrica e inteligente, o tipo de pessoa que você nunca iria gostar. Já, Miles é honesto demais, sente uma imensa auto-piedade e sempre imagina sua vida mais interessante do que ela realmente é.

John Green escreve numa linguagem simples, repleta de palavrões e gírias, o que eu realmente gosto, mas a história é meio decepcionante. Os adolescentes de Culver Creek não fazem muita coisa se não: estudar, beber escondido, fumar escondido e fazer sexo escondido. A leitura é entediante e não te prende muito.

Resenha: Manifesto do Partido Comunista

Autores: Karl Marx, Friedrich Engels
Páginas: 68
Editora: Expressão Popular
Lançamento: 1848
Sinopse: "Manifesto do Partido Comunista" (1848; Karl Marx, Friedrich Engels) seguido de "Crítica ao programa de Gotha: comentários à margem do Programa do Partido Operário Alemão" (1875, Karl Marx). Karl Marx e Friedrich Engels tinham, respectivamente, 30 e 28 anos quando o Manifesto do Partido Comunista foi publicado, em 1848. Este texto transformou o mundo e suas relações. A luta de classes foi declarada o motor da história e do progresso da humanidade. O Manifesto pregava a destruição da ordem burguesa e todo o poder aos excluídos. Perpetrado como um hino a uma utopia coletivista e humanitária, este texto modificou a história. Depois da queda de muitos regimes que ­– baseados no comunismo de Marx – exerceram um poder autoritário, o que significa este livro? Será o Manifesto somente uma utopia desvairada? Ou será um contraponto importante ao individualismo, ao poder das grandes corporações e ao novo capitalismo global? 

Só para avisar, fiz a resenha a pedido da escola, por isso não se espantem com a minha opinião.

Ao contrário do que mídia, principalmente estadunidense, nos apresenta hoje, o comunismo não é algo a se temer ou a se odiar, é somente uma ideologia política, como o capitalismo.  
  
"Sempre há alguém pronto para falar do comunista "comedor de criancinha". Ao ouvir isso, não deixe de indagar se uma família pode viver com o salário mínimo, o pai e mão desempregados e uma moradia sem fornecimento de água e sem luz. E se uma criança pode ser educada para a vida numa escola pública abandonada pelo governo, que finge que paga aos professores e funcionários. Na sociedade capitalista a educação é, ela própria, um comércio, uma atividade lucrativa..."  
  
O Manifesto do Partido Comunista é uma obra que discute sobre os problemas do capitalismo e suas possíveis soluções que, no caso, seria o comunismo. Mesmo com Karl Marz e Friedrich Engels nos apresentarem sua visão do capitalismo da sociedade do século XIX, essa leitura ainda é validade atualmente, pois o capitalismo ainda é o mesmo, sempre em busca de lucros, favorecendo os burgueses e empobrecendo os proletários.  
 O Partido comunista vê o capitalismo como um roubo do proletariado. De acordo com os autores, sempre nas sociedades há o opressor e o oprimido, o que comprova a luta de classes. Os burgueses estão no topo das classes sociais e somente com a união dos proletários, a classe mais baixa poderá chegar ao poder.  
  
O Manifesto serviu de inspiração para diversos movimentos trabalhistas, amenizando a absurda exploração que  os trabalhadores sofreram por muitos anos e enfatizando a igualdade entre homens pobres e burgueses.  
  
"Esse trabalhadores, que são forçados a se vender diariamente, constituem uma mercadoria como outra qualquer, por isso exposta a todas as vicissitudes da concorrência, a todas as turbulências do mercado." 

Resenha: A Seleção

Autor: Keira Cass
Páginas: 368
Editora: Seguinte
Lançamento: 2012
Sinopse: Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha. Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes. Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.

Sabe aquele lance de “não julgar o livro pela capa”? Foi impossível para mim nesse caso. Quando vi ele na livraria, vi o quão linda era a capa, o que fez eu me apaixonar pelo livro. Li a sinopse e descobri que era uma trilogia (você não faz ideia do tamanho do meu amo por sagas). Então, comprei.

Para início de conversa (1) a história se passa no futuro, (2) é uma distopia (3) não tem NADA A VER COM “THE HUNGER GAMES” (as pessoas costumam comparar muito essas duas sagas, e é uma comparação injusta. É como comparar sorvete com lasanha, os dois são absolutamente ótimos mas são completamente diferentes).

A história se passa no que um dia já foi o Estado Unidos, mas depois de uma guerra passou a se chamar “Estado Americano da China” e depois “Illéa”, um país jovem liderado por uma monarquia.  A sociedade é dividida em oito castas, das pessoas mais ricas e mais influentes (casta um) até as mais pobres (casta 8). Cada casta tem sua própria atividade, por exemplo, na casta cinco os cidadãos se envolvem como artistas, músicos e/ou dançarinos.

A Seleção, literalmente, é uma “competição que reúne moças de dezesseis a vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe.” Para as meninas da casta mais alta é uma oportunidade de conseguir mais riquezas e um bom partido, já para castas mais baixas além da oportunidade de se casar com o príncipe elas aproveitam ao máximo a quantia de dinheiro que é mandado para suas famílias.

Todas as garotas se inscrevem de bom grado, elas sonham com esse momento e querem muito ser escolhidas para participar. Menos America Singer, a nossa protagonista, uma garota de 17 anos que pertence à casta 5. America tem quatro irmãos: Kota (o mais velho, não mora mais com America e o restante da família), Kenna (irmã mais velha, não mora mais com America e o restante de família), May (irmã mais nova), Gerad (o mais novo de todos). Para viver, America e sua mãe se apresentavam em festas, seu pai e May fazem peças de artesanato. Gerad ainda está indeciso em que área vai se especializar. O que impede que ela se inscreve é uma pessoa, Aspen, um garoto da casta seis, Aspen e America namoro as escondidas.